Alcatraz e The Artist

Irei falar primeiramente sobre Alcatraz, a nova série de J. J. Abrams. A série fala sobre a prisão de segurança máxima Alcatraz, que ficava na Ilha de Alcatraz. A ilha é famosa por ter na época prisioneiros famosos como o próprio Al Capone e também por nunca ter acontecido uma fuga.

Na série, eles seguem o padrão da prisão original, citam que nunca houve fuga e cita também o momento em que Alcatraz teve que fechar as portas, por motivo financeiro. Ao fazer o transporte dos prisioneiros, simplesmente os prisioneiros somem na ilha e ninguém mais ouve falar sobre os mesmos (o sumiço ocorre nos anos 60).

Atualmente, os prisioneiros reaparecem, depois de 30 anos. O detetive Emerson Hauser, sua assistente Lucy Banerjee, a agente da Polícia de San Francisco, Sarah Jones e o autor de uma história de quadrinhos e autor do livro sobre Alcatraz, Dr. Diego Soto (Jorge Garcia, nosso querido Hurley) começam a caçar os antigos detentos, pois reapareceram cometendo crimes, e tentam descobrir como eles foram parar ali sem ao menos envelhecer.

Assisti os 2 primeiros episódios, e cara, o Abrams consegue fazer uma cena boba parecer algo realmente foda, como a cena do guarda falando ser o Emerson Hauser. Pelo que vi, todo episódio terá uma certa emoção, com um final dando cliffhanger pro próximo episódio, o que estávamos acostumados em Lost.

Espero bastante dessa série e estou muito ansioso já para o episódio 03.

The Artist, o filme que ganhou o Globo de Ouro 2012, está disputando várias categorias, inclusive de melhor filme no BAFTA 2012 e será provavelmente indicado pra pelo menos melhor filme, melhor ator e melhor trilha sonora pro Oscar 2012.

Esse filme me deixou meio que sem palavras (talvez por ele ser mudo haha *piada horrível*), me deixou com a reação que eu tive quando acabei de assistir Black Swan (só que sem lágrimas nos olhos). O filme é uma obra de arte (isso sim é obra de arte, para os fãs de Enlightened), um dos melhores filmes que vi. É engraçado, como em 2010, eu ouvi pessoas falando que os filmes do ano eram fracos e teve Black Swan que na minha opinião foi o melhor, Social Network, Inception, The King’s Speech, que levou o Oscar, The Kids Are All Right, Toy Story 3. Esse ano falam a mesma coisa, que as escolhas estão fracas e tem Hugo, The Help, Midnight In Paris, The Artist rs. Se todo ano os filmes forem fracos nesse nível, está ótimo.

Simplesmente o filme é sensacional, primeiro por mostrar pra juventude de hoje, que nunca tinha tido a oportunidade de ver um filme mudo e em preto e branco, de ver como é, e segundo por que eles conseguiram colocar o filme nos dias de hoje em que os efeitos especiais na visão geral é o principal critério pra um filme ser bom, ser FODA e ficar entre os melhores do ano (top 3 é certo ser). Isso só serviu pra provar de uma vez por todas que efeitos não é tudo. As pessoas que acham que um filme vale por causa dos efeitos é o mesmo tipo de pessoa que acha que gráfico em um jogo é tudo.

Pra quem não sabe a história do filme, é o seguinte, existe um grande ator, chamado George Valentin, que é um astro do cinema mudo. O problema é a chegada da sonoridade nos filmes, o que está o deixando sem mercado, pois a nova geração vem preferindo a idéia das falas e isso fez o mesmo entrar em declínio. O filme trata do sucesso dele, da caída e o que ele vai fazer pra se erguer na vida (ou não vai).

O filme é simplesmente magnífico, é o tipo de filme que você não pode deixar de ver e que nem pode deixar de faltar na prateleira da sua casa quando ele sair em dvd ou blu-ray.

Vejam o mais rápido possível.

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s